segunda-feira, 11 de abril de 2011
Pra você foi fácil, homem meu, me abandonar e virar a página como tantos outros já fizeram. E quanto a mim, que sou obrigado a conviver com tua ausencia todos os dias, quanto a mim resta a espera que a arvore seque e morra de sede. Inutil quando a chuva cai imensamente, e as raizes são tão grandes que se encharcam no meio de lençois sub terrâneos.
Te marquei pra não esquecer o tamanho dessa arvore, pra ter a certeza que alguma coisa eu aprendi, pra criar em mim falsas esperanças, pra gritar com a carne, pra registrar o tamanho de tudo oq perdi, pra te fazer memória, e te reviver como minha pele. Fiz isso pra te ter pra sempre em mim. Se um 6º homem meu vier, obrigarei-o a saber o significado de 10 estrelas do tamanho de uma secóia chamada Amor.
Amo-Te, e está marcado em mim.
sábado, 26 de março de 2011
Pele
Como quando andamos pela rua e não olhamos ao atravessar, olhar pro lado é bom, as vezes você vê um carro vindo, ou alguém que se entristecerá.
Ah, quantos reboliços, ofender e destruir um amor assim, não, não era pra te ofender, era pra suprir minha carência. Hoje estou mais carente ainda. Triste. Palavras como "o nada que você é" ou "O quanto você é pequenininho" dói em minha cabeça, dilaceram meu coração, retorce todos os orgãos dentro de mim. E no final me vem uma nausea, 2 segundos que o coração se recusa bruscamente a bater, um aperto, e uma saudade. Hoje ta tudo tão distante; em minha mente vejo fragmentos de pessoas, fragmentos de lugares, constelações, galaxias, orion, figos maduros, morangos mofados, enearte, omeletes, filmes e carícias. E tudo isso foi pra baixo do tapete, pra baixo da poeira da memória...Não, quando algo é marcado na pele, é lembrado pela eternidade, invade todas as células e deixa sua impressão lá dentro, sua mente pode até esquecer, mas é tipico de ocidentais subestimar o memória presente no corpo.
Ouço sua boca dizer coisas pra fora, vejo falsas imagens de mim jogadas ao vento, dissimulado, anti ético, desrrespeitoso como me pintam. Mas se minha imagem foi gravada em sua pele, ela me basta pra sanar todos os maus entendidos, uma vez que toda mentira cai por terra, e toda verdade sempre é exaltada.
Nos magoamos tanto, brigamos tanto, nos entendemos pouco e sentimos muito. Como uma bibelot atirado várias vezes da janela do 25º andar, lá se foi nosso amor voando pras estrelas, preciso torna-lo leve, antes que ele espatife no chão, pra baixo do tapete. Preciso torna-lo leve, antes que a pessoa que você foi suma completamente, e me perca de vista, e se perca de vista e se tranque abaixo da tua pele chorando tão desesperado quanto eu o vejo gritando dentro de seus olhos: "Socorro! Salve-me!"
Salvar onde? Salvar como se essa pessoa que caminha sobre suas pernas, em linhas retas mas com os pés tão tortos, como se essa pessoa não me deixa aproximar?
Ele me grita de novo de dentro dos seus olhos: "Salve-me!"
"-COMO?"
O menino de dentro dos seus olhos, aquele menino/homem, me olha sorri e me diz com a força que nos fez andar por cima dos telhados da cidade velha: "Preserve-me sob sua pele, antes que eu morra".
Deus me ajude, te farei vivo dentro de mim, não te deixarei morrer, eu juro!
segunda-feira, 21 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
A semente.
sábado, 6 de novembro de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Cântico Negro
"Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!
José Régio, pseudônimo literário de José Maria dos Reis Pereira.
domingo, 14 de março de 2010
Para Marcelo Costa
domingo, 29 de novembro de 2009
Memórias de Emília

domingo, 13 de setembro de 2009
Fita Verde no Cabelo

João Guimarães Rosa
Havia uma aldeia em algum lugar, nem maior nem menor, com velhos e velhas que velhavam, homens e mulheres que esperavam, e meninos e meninas que nasciam e cresciam. Todos em juízo, suficientemente, menos uma meninazinha, a que por enquanto. Aquela, um dia, saiu de lá, com uma fita verde inventada no cabelo.
Sua mãe mandara-a, com um cesto e um pote, à avó, que a amava, a uma outra e quase igualzinha aldeia. Fita-Verde partiu, sobre logo, ela a linda, tudo era uma vez. O pote continha um doce em calda, e o cesto estava vazio, que para buscar framboesas.
Daí, que, indo, no atravessar o bosque, viu só os lenhadores, que por lá lenhavam; mas o lobo nenhum, desconhecido nem peludo. Pois os lenhadores tinham exterminado o lobo. Então, ela, mesma, era quem se dizia: – “Vou à vovó, com cesto e pote, e a fita verde no cabelo, o tanto que a mamãe me mandou”. A aldeia e a casa esperando-a acolá, depois daquele moinho, que a gente pensa que vê, e das horas, que a gente não vê que não são.
E ela mesma resolveu escolher tomar este caminho de cá, louco e longo, e não o outro, encurtoso. Saiu, atrás de suas asas ligeiras, sua sombra também vindo-lhe correndo, em pós. Divertia-se com ver as avelãs do chão não voarem, com inalcançar essas borboletas nunca em buquê nem em botão, e com ignorar se cada uma em seu lugar as plebeiinhas flores, princesinhas e incomuns, quando a gente tanto por elas passa. Vinha sobejadamente.
Demorou, para dar com avó em casa, que assim lhe respondeu, quando ela, toque, toque, bateu:
- “Sou eu…” – e Fita-Verde descansou a voz. – “Sou sua linda netinha, com cesto e pote, com a fita verde no cabelo, que a mamãe me mandou.”
Vai, a vovó, difícil, disse: – “Puxa o ferrolho de pau da porta, entra e abre. Deus te abençõe.”
Fita-Verde assim fez, e entrou e olhou.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
ver este leve sorriso guardado no canto da boca.
enquanto teus olhos fechados sonham teus sonhos,
afago de leve teus cachos macios.
E mais leve ainda lhe dou um beijo,
bem de leve pra não quebrar este encanto
(-Tão lindo!)
que vive em teu sono, lindo.
Que esta data se repita, e q estejamos sempre juntos pra eu guardar teu sono.
Te Amo.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Nômade
só que eu não sei bem ao certo o que esse algo é.
Eu passo por caminhos que já passei,
e eles estão diferentes.
Não me encontro em nenhum lugar.
Estou perdido, não quero a cidade velha,
não quero a antiga cidade.
Como um nômade deslocando
lentamente, em busca de preencher o que falta.
Noutros tempos existia a certeza,
hoje existe apenas aquilo que está ao alcance de meus olhos.
E você, não está entre a paisagem.
Em outros tempos fazíamos partes dela.
Hoje nem um e nem outro sabe ao certo
do que realmente somos parte.
Somos partes de um todo,
duas metades perdidas procurando um meio de se reencontrar.
A questão é, não somos nós (metades) que decidimos este meio,
e sim o meio que decide pelas metades.
Te Amo.
terça-feira, 5 de maio de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Mudanças
mas eu digo pra elas, podem mudar,
nada no mundo é fixo.
Quero q a montanha mude, quero q o dia mude, quero que o cheiro mude quero q tudo mude.
Só existe uma coisa que não mudará,
Voce sempre perto de mim.
Que tudo mude, mas que continuemos juntos.
Hoje e para todo o semple.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Galileu

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Lugares

quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Post-it
Mas eu descobri que não.
Eu jurava que a minha saudade ia sumir na neblina,
Mas não.
A minha saudade está comigo quase que o dia todo,
A minha saudade almoça comigo,
A minha saudade janta comigo,
Ela me abre um sorriso quando estou lendo,
A minha saudade está comigo até quando eu estudo.
A minha saudade me bate, ela adora me bater.
Ela tem uma estranha mania de me subir pelo pescoço rumo ao ouvido.
Ás vezes minah saudade não me olha nos olhos,
e eu não sei se então eu olho por cima,
ou se sorrio mais em baixo.
A minha saudade me faz chorar,
outras vezes ela me faz sorrir.
O sorriso da minahs audade é belo,
tão belo que me machuca.
A minha saudade me prende de noite,
me tira a fala,
me abraça,
e dorme comigo.
Às vezes eu queria que minha saudade fosse andando,
mas se ela partir quem ficará comigo?
Eu queria matar minha saudade,
mas se ela se for, o que será de mim?
Eu não tenho coragem de enfrentar a minha saudade cara a cara.
MENTIRA.
Eu já briguei com ela,
Já mandei ela morrer,
Já mandei ela sumir,
mas depois ela me abraça e me quebra.
Eu queria dizer isso pra minha saudade.
mas não tenho coragem.
Ela ainda está aki.
Ela me sussurra ao pé do ouvido,
Eu não respondo.
Ela me abraça,
Eu não reajo.
Quando ela cede,
eu provoco.
Quando ela me prende,
eu me perco.
Me perco na minha saudade.
Todo dia eu acordo querendo esquece-la,
Mas ela me encontra e me lembra que está sempre presente.
Se eu não respondo
Ela provoca.
E então eu retruco.
Eu canto a música da minha saudade.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Passa
como a neblina que cobre a pedra
e depois se dissipa no ar.
Estou live dos abraços e sentimentos pela metade,
livre do teu não querer.
E tudo isso pelo simples fato de agora saber o que EU quero.
Você se confunde no momento em que eu tenho a certeza
isso te devora por dentro, bem em baixo do peito.
Te devora do mesmo jeito que me devorou.
Agora é você.
Passa.
Vai Embora.
Vai tarde.
Mas volta.
Logo a neblina ressurge na pedra.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
terça-feira, 13 de maio de 2008
segunda-feira, 5 de maio de 2008
quarta-feira, 12 de março de 2008
Conversas
-O destino é uma coisa cíclica certo?
-Não, ele é mais parecido com aquele negócio do caderno, como chama mesmo?
-Espeiral?
-Isso, ele é uma espiral.
-Quer dizer helicoidal, assim como a órbita da Terra?
-Isso, ele gira em circulos e sempre caminhando para frente, ta aí o motivo de se deparar com circunstâncias parecidas com algumas já vividas, às vezes envolvendo as mesmas pessoas, como por exemplo o caso da festa.
-Ah, isso quer dizer que meu post está errado, o destino não é ciclico e sim uma espiral, ou melhor ele é helicoidal. Isso me lembra A Dona da História...
[...]
(Talvez seja perda de tempo mudar certas situações, e outras vezes seja desperdício deixá-las de lado.)
Pandora

Tenho medo das caixas
não sei ao certo o por que,
mas sei que tenho.
Talvez elas não possam levar tudo o que quero,
ou simplesmente não possam me dar tudo o que quero.
Tenho medo de empacotar, etiquetar,
e esquecer de me colocar dentro delas.
Tenho medo de colocar o que não devia
tenho medo de passar a fita, esquecer de algo, ou precisar de algo já embalado
medo do que espera por mim dentro da caixa,
medo do que espera por mim fora dela também.
A caixa é mítica, é épica, é filosófica.
Minha vida de Pandora deve passar rápido,
afinal de contas tenho poucos dias para separar e escolher a qual parte minha realmente cabe na caixa, qual a parte que levarei depois, e qual a parte que devo empacotar e etiquetar como lixo.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Da Fuga (Frederico Garcia Lorca)

Perdi-me muitas vezes pelo mar,
o ouvido cheio de flores recém-cortadas,
a língua cheia de amor e de agonia.
Muitas vezes perdi-me pelo mar,
como me perco no coração de alguns meninos.
Não há noite em que, ao dar um beijo,
não sinta o sorriso das pessoas sem rosto,
nem há ninguém que, ao tocar um recém-nascido,
se esqueça das imóveis caveiras de cavalo.
Porque as rosas buscam na frente
uma dura paisagem de osso
e as mãos do homem não têm mais sentido
senão imitar as raízes sob a terra.
Como me perco no coração de alguns meninos,
perdi-me muitas vezes pelo mar.
Ignorante da água vou buscando uma morte de luz que me consuma.
sábado, 1 de março de 2008
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Leami
Le na minha vida uma porta aberta
Le o que posso fazer,
Le o amigo que preciso,
Le o que espero,
Le o que desejo,
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Ma Mémoire Sale

terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Descritivo.
e olha que não há algo mais errônio que a descrição .
Teu loiro não combina com o meu castanho,
meu alto e magro.
O ser é metafísico,
palavras são apenas projeções da conciência humana,
Entre na fila, busque teu rótulo, a palavra que te descreva.
individualidade é o ruim da sociedade,
Lentamente só, esquecido pelo mundo e pelas mesmas pessoas incapazes de te descrever.
sábado, 22 de dezembro de 2007
Privacidade.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Conclusões
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
O Jequitibá
é a humilhação.
Não é dor de corpo
e sim dor de ego.
Quem cai as vezes se machuca.
Quem cai as vezes fica são.
Aquele que cai e não tem força de levantar
para esse, meu caro, existe algo pior que a queda.
Como o Jequitibá orgulhoso e a Taboa,
"Quanto maior a altura, maior o tombo."
Quanto maior o tempo que você permanecer no chão,
mais difícil é levantar.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
A intensa nostalgia do amor mal vivido.
eu corri tanto que não me cansei.
Eu só esperei o tempo passar contando os dias nos dedos.
Eu cheguei, extasiado, sonolento, ansioso;
E você?
Você correu de mim.
Por que você correu menino?
Por que você é assim?
O que você esperva de mim?
Realmente a pergunta não é essa.
O que eu esperava tanto de você? - sim, essa é a pergunta.
Esperava o que você não podia me dar,
teus beijos foram bons,
nossas conversas me inspiravam,
hoje releio-as, a intensa nostalgia do amor mal vivido.
Poderia ser diferente.
Queria fazer você ler isso
As vezes dizer palavras é dificil demais,
mas escreve-las....
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Looooooping

quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Sossegando o Periquito

domingo, 4 de novembro de 2007
Atualmente meu mundo ta de perna pro ar, me sinto como uma personagem perdida no meio de uma história que não é dela e no entanto ela é a protagonista.
"Todos observam o que a inútil personagem faz enquanto desesperada ela grita por ajuda, implora para olharem outro. No entanto todos na rua a olham, ela não sabe o poder que tem, ela passa e arranca suspiros, todos inquietos na platéia ansiando pelo climax e pelo desfecho final da história. O que eles não sabem é que ela própria anseia pelo final..."
A questão é que ningúém sabe o final.
A ti em resposta - (Anna)
cantou uma canção
brindamos a paixão
a amizade e a alegria.
Casariamos com certeza
pediria tua mão em francês
estilo poema dos olhos da amada.
Os aplausos, as petalas, os cacos.
Tudo perfeito, incluindo nossa embriaguez.
Mulata pele escura e dente branco,
teu amigo aqui ta com saudade.
Mulher tão linda que só espalha sofrimento
tão cheia de pudor que vive nua.
domingo, 28 de outubro de 2007
Encontros (Obrigado por caminharmos)
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Até que a bateria nos separe.
Nossa história se resume em pequenas coisas.
Gestos que mudaram nossa afinidade,
um sempre precisando de ajuda,
o outro sempre precisando falar.
Fomos empregado e patroa no palco,
patroa e empregado na vida.
Mas acima de tudo somos amigos
apesar de todos acharem o contrário.
Não to nem aí pros outros,
somos um caso indefinível
de carinho infantil e peraltices de moleque.
Inocentes até a alma,
confusos até certo ponto.
Sempre estamos aprendendo um com o outro.
Seja a mulherzinha neurótica
ou o homem mandão,
sempre saímos no grito e chocamos as pessoas na praça.
Falamos merdas e merdas.
Falamos merdas em francês,
uma aula de línguas à distância.
Um mundo de palavras pra dizer
Até que a bateria nos separe.
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
cantaremos musica felizes
dançaremos na chuva de lagrimas deles
seremos eternos atores
e finais felizes
daew entaum veremos
q tuduh naum passava de um teste
c choramos...eh porque somos bons
e c caimos...naum foi atoa
e se alguma vez negamos um ao outro
eh porque o autor quiz assim
mas nunca deixamos de estar lado a lado
mesmo um pulando a privacidade do outro
ou usando a energia adoidado.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
A questão sobre a vida, o universo e tudo mais...

-simplesmente 42.
Isso mesmo, a vida o universo e tudo mais se resume em 42.
Claro que isso foi uma ótima e bem humorada maneira de encontrar a tão esperada resposta. Ou seja, não adianta gastar o seu tão precioso ócio procurando respostas idiotas para perguntas mais idiotas ainda.
A vida é simples, é isto, aquilo. É o agora, é esse vento que te acaricia durante o calor. Eu sei o porque da vida existir e posso te dizer com todas as letras. A vida existe simplesmente pra ser vivida, portanto pare de procurar um sentido pra ela, não existe sentido. é claro se você quiser encontrar um sentido pra vida compre uma bússola, tenho certeza que você terá um sentido.
Palavras do Pensador Profundo.
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Momento raposa.... (O Pequeno Príncipe)

domingo, 14 de outubro de 2007
Alberto caeiro fala por mim

Podia ser diferente
"Eu só aceito a condição de ter você só pra mim.Eu sei não é assim, mas deixa eu fingir."
(Los Hermanos)
Eu pensei em sair gritando,
eu pensei em te roubar pra mim,
eu pensei em te escrever uma carta
mas eu não sei se sou bom com palavras.
Eu pensei em te beijar na boca,
eu pensei em te dar um soco,
eu pensei em te tirar da minha mente,
mas eu sei que não quero isso.
Eu pensei em te dizer isso
eu pensei em não me importar com os outros
eu pensei em corrermos juntos
quero você para o meu uso pessoal.
Não corre.
Não fuja.
Uma chance só.
Voe comigo.
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Chico Buarque - Medo de Amar (Vinicius de Moraes)
Musica perfeita, de um cara perfeito, interpretada por outro cara perfeito.
Infinito Particular

sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Culpa sua
Você aparece do nada e me rouba,
inúmeros suspiros roubados.
Você acaba com minha atenção
Você me deixa louco.
Em compensação vôo até as nuvens,
volto num segundo e mergulho em alegria.
Você me faz alegre, me faz sorrir
A culpa é sua.
Toda sua, sinta-se culpado.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Saudade.

Derrepende eu me pego procurando um som ao longe.
é um som costumeiro, som de minha infância.
sempre lá, presente, meu dia era aquele som,
minhas lembranças, meu passado.
Derrepende percebo que não há mais som,
"o que teria sido feito dele?", penso eu,
na certa está deitado dormindo sua modorra.
Ao chegar na cama não o vejo,
o monte de cobertas mostra que já não está ali.
A sala vazia, os comodos mudos.
A única lembrança do som está na memória,
está ali, ao lado da lembrança dele.
A harpa está parada, muda.
Sem som chora mais que os demais,
desde que ele se foi ela nunca mais cantou.
O silêncio me traz apenas uma coisa,
saudade.
Com o tempo o som se apagará da memória,
os discos se quebrarão,
mas quando este tempo chegar estaremos juntos de novo.
Te escrevo com saudades,
Um beijo do seu querido.
domingo, 16 de setembro de 2007
Vem comigo?
O que eu espero de você?
Na verdade eu não espero, simplesmente quero.
Quero agora, quero comigo, junto.
Quero passar cada momento, junto.
Vou fazer de tudo,
passar por cima de tudo.
Vou atrás.
Vou correndo pela estrada
Não vou por os pés no chão.
Te espero porque te quero.
Gosto, e sou gostado,
esperado, desejado, querido.
Vamos juntos
de mãos dadas
os pés no caminho que faremos.
Espere-me,
queira-me,
Voe comigo.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Medo do Futuro
Amo os amigos que encontrei,


