quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Até que a bateria nos separe.
Nossa história se resume em pequenas coisas.
Gestos que mudaram nossa afinidade,
um sempre precisando de ajuda,
o outro sempre precisando falar.
Fomos empregado e patroa no palco,
patroa e empregado na vida.
Mas acima de tudo somos amigos
apesar de todos acharem o contrário.
Não to nem aí pros outros,
somos um caso indefinível
de carinho infantil e peraltices de moleque.
Inocentes até a alma,
confusos até certo ponto.
Sempre estamos aprendendo um com o outro.
Seja a mulherzinha neurótica
ou o homem mandão,
sempre saímos no grito e chocamos as pessoas na praça.
Falamos merdas e merdas.
Falamos merdas em francês,
uma aula de línguas à distância.
Um mundo de palavras pra dizer
Até que a bateria nos separe.
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Um comentário:
Voce me ouve!!!!!
Isso faz toda a diferença
(mesmo quando eu fico quieta ou quando eu grito ou quando a escrevo ou quando a bateria acaba e eu durmo....rs)
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